segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

amar ?


amor ...nada do que eu não soubesse , nada que eu não sentisse , sempre pensei de duas formas :com coração e razão , mas não preciso nem dizer por qual desses eu sou inclinada , nem bom ,nem ruim , mas sei que é pelo mesmo(♥) que eu serei feliz !!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

meio sei lá ...


nada pra fazer e fui procurar umas frases de minha autoria , espalhadas aqui no pc , twittadas... salvas no print de conversas antigas .

" de tanta injustiça o mundo é feito , do amor puro ,desvalorizado, quem é merecedor?"

" saudade do que era , como era , saudade, e voce ? "

"- feliz ? -não sei ."

"A Saudade faz voce criar dialogos na sua cabeça , e quando se junta com a falta do que fazer ..."

" que ela pensava nele enquanto andava pelas calçadas ,o vento de rua no rosto e o sorriso recriado na memória, e é disso que ela lembra"

"deixo o arrependimento para os fracos , mas reconheço que errei , isso é mais digno."

"...tinlintar dos guizos , curinga feliz !"

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Anita de Atenas


"Preciso me encontrar
Se encontrar não é saber exatamente o que fazer
O “exatamente” não existe quando se fala de amor
Se encontrar é saber o que se quer , sem saber onde esse querer vai levar
Se encontrar é de alguma forma entender o que se vive , o que se viveu já passou
Se encontrar é futuro
O futuro de se encontrar é ser feliz."

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011


Estou lendo um livro de crônicas de Fabrício Carpinejar “ O amor esquece de começar “ o titulo é interessante , as crônicas são muito boas , falam de amor no sentido pleno , amor por pai , por mãe , por amor e acho que pra todo tipo de amor , se é que dá pra classificar, rotular , sei lá ... Na verdade eu gosto mesmo é de ler e conseguir me identificar com as palavras , as ler como se já tivessem saído de mim como esse trecho da crônica Para Dois...

“... a janela como um vinho aberto. O futuro passeando janela,confundindo vida e morte, uma criança e sua alegria incomunicável.
Talvez você tenha me visto em sua companhia na infância ou na velhice.
A pela macia como qualquer fruta depois da chuva.
Nossos vícios perfeitos, nossas virtudes imperfeitas.
O gorro de meus cabelos nas suas unhas.
Minha vontade de puxar seu corpo como uma cadeira, sua vontade de colocar o casaco pra dormir.
Não importa em que tempo estávamos.
A falta de palavra também é um idioma.
O que se esforçou pra viver não desaparece. “
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♪♫ Fugi desse país - Ludov .

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

medo .


" - nem tudo que é par é completo ...você pode ter sido muito mais feliz não estando comigo , por que esse não estando foi, na verdade , um estando mais que perto ...foi um pensando em mim todods os dias ,um sorrindo ao lembrar , foi a espera de um abraço, um medo de perder o que nunca se teve de fato , medo de se reconhecer em mim , se perder de mim , medo de se entregar, medo de acabar , medo do novo , novo que virou velho , sem graça e cansativo , mas que tem muita historia pra contar e acredite, ainda não acabou ..."

domingo, 26 de dezembro de 2010

...


"fez um ano ,e só nele vai ficar...
não quero voltar no tempo...
-ainda existe o querer , ainda existe a saudade e a vontade ,que ficaram no lugar de tudo que não existiu ,de tudo que não concretizou, de tudo que a gente achou que era amor."

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

com alma também....

... uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi a criadora de minha própria vida. Foi apesar de que parei na rua e fiquei olhando para você enquanto você esperava um táxi. E desde logo desejando você, esse teu corpo que nem sequer é bonito, mas é o corpo que eu quero. Mas quero inteira, com a alma também. Por isso, não faz mal que você não venha, espararei quanto tempo for preciso.

* Clarisse Lispector